O que a supervisão cobre na prática?
Você discute material clínico (incluindo leitura de sessão). Entramos em transferência, resistência, recalque, construção do setting e recursos como interpretação. É treinamento teórico e técnico — e também ajuda a enxergar pontos-cegos que atrapalham a escuta.
Para quais dores esta supervisão foi pensada
- “Meu caso não anda e eu não vejo por quê.” Olhar externo experiente sobre o material.
- “Sei a teoria, mas o setting me escapa.” Tempo, pagamento, faltas, férias e manejo.
- “Confundo o que é meu e o que é do paciente.” Localizar pontos-cegos — para tratar na sua análise, não na supervisão.
Análise pessoal × supervisão × grupo de estudo
| Eixo | Função |
|---|---|
| Análise pessoal | Você no lugar de quem fala; trabalho dos seus pontos-cegos |
| Supervisão | Seus casos; escuta e técnica |
| Grupo de estudo | Teoria pela leitura, fora do caso imediato |
Misturar os três atrapalha. A supervisão não substitui a análise.
Aprimoramento teórico na clínica
A supervisão treina reconhecer, no vivo do atendimento, os pilares conceituais — não só nomeá-los em prova. Transferência e resistência deixam de ser slides e passam a ser material da sessão.
Aprimoramento técnico
Construir setting em que a escuta funcione: enquadre de tempo, pagamento, faltas e férias; e operar com interpretação e construção quando o material pedir. Sem receita mágica — com rigor.
Para quem e como começar
Terapeutas da região de Ribeirão Preto interessados em trabalhar com abordagem de base freudiana. Telefone/WhatsApp: (16) 98845-5167. Endereço: Rua Luiz Zaccaro Netto, 120 — Alphaville 3 — Bonfim Paulista — CEP 14039-105.
Perguntas frequentes
Para quem é a supervisão clínica com Ana Laura?
Para terapeutas que atendem (ou querem atender) na região de Ribeirão Preto e buscam aprimorar a escuta clínica com base freudiana — teoria, técnica e leitura de pontos-cegos sem substituir a análise pessoal.
O que se discute na supervisão?
Casos clínicos do supervisee. No material da sessão entram transferência, resistência, recalque, setting (tempo, pagamento, faltas, férias) e recursos como interpretação e construção.
Supervisão substitui a análise pessoal do terapeuta?
Não. Freud e a tradição clínica separam os eixos. Pontos-cegos notados na supervisão devem ser trabalhados na análise pessoal; a supervisão orienta a clínica, não trata o terapeuta como paciente.
Qual a diferença entre supervisão e grupo de estudo?
Grupo de estudo aprofunda teoria pela leitura. Supervisão parte dos seus casos e do manejo clínico. São complementares; um não dispensa o outro.
Preciso já atender com abordagem freudiana?
A página se dirige a quem quer aprender a operar com essa abordagem na clínica. O alinhamento de expectativa acontece no primeiro contato — sem promessa de “certificação rápida”.
Como solicitar supervisão?
Entre em contato pelo telefone/WhatsApp (16) 98845-5167. O consultório fica em Bonfim Paulista (Alphaville 3), Ribeirão Preto — CEP 14039-105.
Quem supervisiona e qual a formação?
Ana Laura Moraes Martinez, CRP 06/73670, formação USP (graduação, mestrado, doutorado), clínica privada desde 2003, com docência, grupos de estudo e livros publicados.