Sim. Além de ser uma normativa ética que consta no Código de Ética Profissional do Psicólogo, a questão do sigilo nos atendimentos é compreendida como um direito do paciente a ser garantido e assegurado pelo profissional.

Assim, o Código de Ética do Psicólogo é bastante claro ao dizer que tudo o que é conversado durante os atendimentos é absolutamente sigiloso (Art. 9º.).

A quebra do sigilo só ocorrerá quando o paciente relatar um fato delituoso (feito por ele) ou situações que tragam prejuízo para si próprio ou para terceiros (por exemplo, quando há risco de suicídio ou homicídio).

No caso de crianças e adolescentes atendidos, só será revelado em conversas com os pais ou familiares informações absolutamente necessárias para o bem-estar do paciente atendido.

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