Psicologia Ribeirão Preto

14th
mar

Recentemente estreou no cinema o filme “Minhas mães e meu pai”, filme americano dirigido por Lisa Cholodenko.

Trata-se da história de um casal de mulheres homossexuais que, em busca de experimentarem a maternidade, recorrem a um banco de esperma, a partir do qual, são gerados dois filhos, cada um por uma mãe: a menina Joni (gerada por Nic) e o menino Laser (gerado por Jules), ambos do mesmo esperma (ou seja, do mesmo pai).

O filme inicia com Laser e Joni adolescentes, ele um menino “meio sem rumo”, que buscava em seu amigo machão e pouco sensível a figura masculina que não tinha em casa. Joni, muito parecida com a mãe, era uma adolescente determinada e inteligente, além de muito segura de si.

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21st
fev

Já estão abertas as inscrições para o XXIII Congresso Brasileiro de Psicanálise que este ano ocorrerá na cidade de Ribeirão Preto.

O eixo de discussões do Congresso será “Limites: prazer <->realidade”, congresso este que ocorrerá entre os dias 07 e 10 de setembro no Centro de Convenções de Ribeirão Preto.

O envio de trabalhos poderá ser feito até o dia 28 de fevereiro de 2011.

As inscrições serão feitas pelo site da Febrapsi (Federação Brasileira de Psicanálise): febrapsi.org.br/congresso


17th
fev

Ontem estava em casa me preparando para dar aula e buscando alguns minutos de relaxamento em frente à TV quando decidi “estacionar” num canal de filmes a la sessão da tarde. O nome do filme era “Forças do Destino”, nome já merecedor de alguma reflexão, pois, carrega a idéia de que estamos à mercê do destino, sem qualquer possibilidade de escolha e de engajamento diante da nossa própria vida. Será? Leia Mais

27th
jan

O programa…

Ontem assistia ao programa Saia Justa, exibido no canal GNT, composto atualmente por Mônica Waldvogel, Christiane Fernandes, Teté Ribeiro e o único calça justa, que ontem era Leo Jaime, que lutou bravamente durante todo o programa para poder poder exibir seus pensamentos, diante de três mulheres pra lá de falantes.

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25th
jan

Falar sobre perdas e lutos é sempre difícil e, ao mesmo tempo, natural já que todos nós vivenciamos perdas ao longo de toda a vida.

O modo como vivenciamos nossas perdas e, podemos ou não elaborá-las através do luto, é definido desde o início da nossa vida, basicamente através do modo como o bebê experiencia sua relação com o seio materno. Leia Mais