Durante a estréia da terceira parte da saga Crepúsculo, Eclipse, li no jornal depoimentos de adolescentes que contavam terem assistido aos filmes da saga mais de trinta e cinco vez. No cinema não foi diferente: salas lotadas com gente de todas as idades, ao contrário do que se poderia pensar de um filme “tipicamente adolescente”. Leia Mais
As associações e idéias presentes neste artigo foram em grande parte evocadas em mim após ter assistido ao filme As melhores coisas do mundo, sob direção de Laís Bodansky (a mesma que dirigiu Bicho de Sete Cabeças).
Antes do início do filme, notei que a sala estava repleta de adolescentes agitados, intensos e falantes e confesso que, num primeiro momento, toda aquela algazarra me incomodou um pouco. Então pensei: será que este é mais um daqueles filmes tipo High School Music…? Leia Mais