Atendimento Clínico - Adolescentes

O contato inicial


O atendimento clínico psicológico para um adolescente pode ser buscado tanto pela família do paciente como por ele próprio. Por se compreender que a etapa da adolescência é marcada, dentre outros aspectos, pela construção e afirmação do “quem sou eu”, em contraposição aos referenciais familiares e parentais, o psicanalista costuma marcar a primeira entrevista com o adolescente, para que depois seja possível iniciar qualquer atendimento e acompanhamento psicológico.

 

Depois de uma ou algumas entrevistas com o adolescente / paciente, o terapeuta agenda um horário com os pais ou responsáveis pelo mesmo. Nesta entrevista com os pais, é comum que o adolescente queira participar.

 

Há também situações em que, dependendo do grau de maturidade do jovem, os acordos e contrato são feitos diretamente com ele, havendo contato com os pais somente pelo telefone e dependendo da necessidade.

 

O contrato inicial com os pais e com o adolescente


O contrato inicial, ou seja, os acordos sobre a frequência com que o adolescente deverá se dirigir à clínica de psicologia, dias e horários dos encontros para terapia, pagamento e faltas, são tratados diretamente com o adolescente, já que é ele quem deverá se responsabilizar pela sua psicoterapia.


Da mesma forma, os acordos são comunicados aos pais, já que, via de regra, são eles que arcarão com os custos financeiros do tratamento.


O uso do divã para o atendimento psicoterapêutico dos adolescentes é opcional, pois, dependerá do momento evolutivo do jovem. Assim, um jovem mais “verbal” pode querer experimentar o divã enquanto outro poderá sentir que expressa melhor seus conteúdos mentais fazendo uso de recursos gráficos, por exemplo.


As sessões de Atendimento:


As sessões irão se passar como se fossem de um adulto, com duração de cinquenta minutos, trabalhando-se, no mínimo, duas vezes por semana e, no máximo, cinco, dependendo de cada caso e da avaliação do profissional.


Os pais normalmente não são chamados pelo psicólogo ao longo do trabalho, mas pode haver a necessidade e o desejo destes conversarem com o mesmo ao longo do percurso.


Esta conversa entre o o profissional e os pais do adolescente é perfeitamente possível e tal pedido será atendido pelo psicanalista. Entretanto, o adolescente terá resguardado seu espaço e sigilo junto ao terapeuta.


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